Notícia

Centrais recebem ministro do trabalho


Após estrear na Pasta com o pé esquerdo, ao defender terceirização também na atividade-fim, o atual ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira (PTB), busca aproximar-se do sindicalismo.


Na sexta (20), ele visitou a Força Sindical e esteve à tarde na Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB). Os encontros ocorreram a pedido do próprio ministro.


Foram conversas informais, e não houve entrega de documento ou pauta ao ministro pela Força ou CSB. Representantes das Centrais, em contato com a Agência Sindical, fizeram questão de criticar o aumento da idade mínima para aposentadoria e defenderam as conquistas trabalhistas.


Força - Paulo Pereira da Silva (Paulinho), presidente da Força Sindical, afirmou à Agência que a visita do ministro à sede da Central, em São Paulo, foi positiva e indica a disposição em dialogar. “Dissemos o que a Força espera dessa gestão no Ministério do Trabalho, que respeitamos a instituição e colaboraremos com a equipe. Porém, reafirmamos que não faremos acordos que prejudiquem a classe trabalhadora”.


Paulinho alerta que a Força não será conivente com corte de direitos. “Descartamos qualquer retrocesso”, afirma o líder forcista. O ministro Nogueira não quis assumir compromisso sobre o tema previdenciário, hoje afeito à Pasta da Fazenda.


CSB - À tarde, Ronaldo Nogueira foi recebido pelos dirigentes da CSB, onde reafirmou disposição de debater com as entidades de classe. Na avaliação de Alvaro Egea, secretário-geral da Central, o encontro evidenciou que o ministro não vai romper com sua origem sindical. “Ele vem da base dos Comerciários, tendo ajudado a fundar o Sindicato de Carazinho (RS), onde nasceu. Quem sabe teremos um aliado no ministério”, diz. Segundo o dirigente, a CSB também falou contra o aumento da idade mínima para aposentadoria.


Outra questão abordada foi o fortalecimento do Ministério do Trabalho, a fim de atender às demandas dos trabalhadores. “Há muito tempo, o Ministério enfrenta falta de recursos e de pessoal, o que enfraquece a Pasta”, comenta Egea.


“O ministério é responsável por gerir fundos importantes, como FAT e FGTS. Parte dessa dotação poderia reverter em melhorias da própria estrutura, contratação de auditores e ampliação dos meios para a fiscalização. Vamos continuar cobrando essas melhorias”, garante o sindicalista.


Fonte: Agencia Sindical

24/05/2016

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