Notícia

Trabalhadores da construção civil protestam na Grande Vitória


Sindicato quer reposição das perdas salariais e manutenção de benefícios.

Sindicato da Indústria disse que empresas oferecem reajuste de 6%.


Quatro grupos de Trabalhadores do Sindicato da Construção Civil do Espírito Santo (Sintraconst) caminharam em direção à Avenida Nossa Senhora da Penha, em Vitória, para manifestar em frente ao Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), nesta segunda-feira (6).


A ação faz parte do movimento de greve da categoria que não está entrando em acordo com o sindicato patronal sobre reajuste de salário.


“Nossa classe quer discutir a reposição das perdas salariais e a manutenção dos benefícios, como alimentação e plano de saúde”, disse o secretário geral do Sintraconst, Miguel Ferreira Junior.


De acordo com o presidente do Sintraconst, Paulo César Borba Peres, desde fevereiro as negociações entre trabalhadores e o Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon-ES) pouco tem avançado, já que o setor patronal se recusa a cumprir o reajuste inflacionário, previsto na Constituição.


“Querem nos dar apenas 6% de reajuste, o que representa uma perda real de 20% do salário dos trabalhadores. Eles também querem que a gente abra mão do nosso aviso prévio e ainda vão alterar o mecanismo de promoção dos empregados. O Sindicato reconhece momentos difíceis na economia, mas não pode abrir mão dos nossos direitos”, afirma.


A organização estima que mais de 600 pessoas participam da manifestação. Grupos de trabalhadores saíram da Serra, Jardim Camburi e Praia do Canto, em Vitória, e Praia da Costa, em Vila Velha.


Miguel Ferreira disse que os manifestantes que saíram de Vila Velha pretendem atravessar a 3ª Ponte com destino ao ponto de encontro dos demais grupos, em frente ao Sinduscon, na Reta da Penha.


Sinduscon


O Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) informou que as empresas estão oferecendo um reajuste salarial de 6% e a manutenção de todos os benefícios, como alimentação, plano de saúde, abono assiduidade e seguro de vida.


Disse ainda que nos últimos seis anos, os salários dos trabalhadores da construção civil capixaba tiveram uma alta acumulada média de 62,60% para uma inflação (INPC) de 36%.


O Sinduscon disse que a crise econômica afeta todo o país, obrigando empresas a fechar e demitir seus trabalhadores. As empresas que estão conseguindo sobreviver não têm como assumir novos custos com pagamento de pessoal.


O sindicato informou que dados do Ministério do Trabalho comprovam essa desaceleração revelando que de maio de 2015 a abril de 2016 foram fechados 10.613 postos de trabalho na construção civil, no Espírito Santo.

Segundo o Sinduscon, o valor com mão de obra representa em torno de 52% do custo da obra.


Segurança


A Polícia Militar informou que acompanha o protesto que acontece de forma pacífica.


Fonte: GLOBO

07/06/2016

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