Notícia

Receita divulga erros que mais comuns que levam à malha fina


A Rceita Federal divulgou os erros mais frequentes cometidos por contribuintes no preenchimento da Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física. O prazo para envio começou em 2 de março e termina em 28 de abril.


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A Receita ressalta que os erros nem sempre significam má fé e que o contribuinte pode verificar a pendência no extrato do IRPF no site do órgão antes de ser intimado para corrigir o engano na declaração.


Até as 17h de quinta-feira (23), último balanço divulgado pela Receita, 5,1 milhões de declarações foram recebidas. De acordo com o supervisor nacional do IR, auditor-fiscal Joaquim Adir, a expectativa é de que 28,3 milhões de contribuintes entreguem a declaração.


As restituições começarão a ser pagas em 16 de junho, e seguem até dezembro, para os contribuintes cujas declarações não caíram em malha fina.


A multa para o contribuinte que não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo será de, no mínimo, R$ 165,74. O valor máximo correspondente a 20% do imposto devido.


Veja abaixo os erros mais comuns:


Omissão de rendimentos do titular, em especial de uma segunda fonte, tais como honorários, alugueis e palestras.


Omissão de rendimentos de dependente.


Informação de valor de imposto de renda retido na fonte maior do que o que consta na declaração do empregador.


Dependentes que não preenchem as condições, em especial por contarem de outra declaração ou terem apresentado declaração em seu nome.


Despesas médicas não realizadas, de titular e de dependentes e ainda de não dependentes relativas a consultas, Planos de Saúde e Clínicas.


Contribuições de empregadas domésticas não realizadas.


Motivos que levaram à malha fina em 2016:


Omissão de Rendimentos de Titular e Dependentes:


Informações declaradas divergentes da fonte pagadora


Dedução Indevida de Prev Privada, Social, Pensão Alimentícias


Valores incompatíveis de despesas médicas


Quem deve declarar?


De acordo com a Receita Federal, deverá declarar, neste ano, o contribuinte que recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2016. O valor subiu 1,54% em relação ao ano passado, quando somou R$ 28.123,91 (relativos ao ano-base 2015), embora a tabela do Imposto de Renda não tenha sido corrigida em 2016.


Quem optar pelo desconto simplificado abre mão de todas as deduções admitidas na legislação tributária em troca de uma dedução de 20% do valor dos rendimentos tributáveis, limitada a R$ 16.754,34, mesmo valor do ano passado.


Estudo divulgado em janeiro pelo Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional) aponta que, entre 1996 e 2016, a tabela do IRPF acumula uma defasagem de cerca de 83%. A defasagem acumulada no ano passado ficou em 6,36% – a maior dos últimos 13 anos. Isso sem contar a correção de 1,54% no limite de isenção.


No fim do ano passado, o governo informou que pretende corrigir a tabela do IR em 5% neste ano, o que valerá, se implementado, para a declaração do IRPF de 2018, referente ao ano-base 2017.


CPF para dependentes maiores de 12 anos


Uma das novidades deste ano é que os contribuintes terão que informar o CPF das pessoas listadas como dependentes e que tenha 12 anos ou mais. Até o ano passado, a exigência era para dependentes acima dos 14 anos.


Formas de entrega


A entrega da declaração do Imposto de Renda 2017 poderá ser feita pela internet, com o programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet), online (com certificado digital), na página do próprio Fisco, ou por meio do serviço "Fazer Declaração", disponível para tablets e smartphones.


Não é mais permitida a entrega do IR via disquete nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. A entrega do documento via formulário foi extinta em 2010.


Quem pode ser dependente


Companheiro(a) com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos, ou cônjuge;


Filho(a) ou enteado(a), até 21 anos de idade, ou, em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;


Filho(a) ou enteado(a), se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, até 24 anos de idade;


Irmão(â), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, com idade até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;


Irmão(â), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, com idade até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau;


Pais, avós e bisavós que, em 2016, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até R$ 22.847,76;


Menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial;


Pessoa absolutamente incapaz, da qual o contribuinte seja tutor ou curador.


Fonte: G1



24/03/2017

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